Os números são tão bons que o site especializado em notícias do mercado de ações, Infomoney, afirmou que essa empresa tem o “status” de Raia Drogasil.

Pense no setor farmacêutico. Agora diga qual é a “Rainha” da Bolsa de Valores… Raia Drogasil. Pensou nela, não é? Afinal, ela é uma das ações que mais se valorizou dentro do Ibovespa na última década.

No entanto, existe também uma empresa que tem mais de 2 décadas de história na Bolsa de Valores e que desde 2011 saiu de 85 reais para os atuais 550 reais, uma alta de 550% no período, contra apenas 450% da sua “concorrente” Raia Drogasil.

A sua liquidez é quase inexistente porque ela não faz parte do notícia corporativo das grandes corretoras de investimentos.

Bom, ao menos não fazia.

Isso porque nos últimos dias, a companhia publicou na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) um fato relevante que a tirou do silêncio: ela fará uma recompra de 11 mil ações ON no prazo de 150 dias, o que representa 1% do total dos papéis ordinários atualmente em circulação no mercado.

Ainda não conseguiu enxergar essa grandiosidade?

Os papéis ordinários negociam em média 350 mil reais por dia, ou seja, com essas 11 mil ações ao preço atual, o valor montante seria de 6,05 milhões de reais, o que vale a praticamente 17 pregões completos de negócios.

Ah, você não sabe de quem estamos falando, não é mesmo? Anote esse nome aí…

Dimed (Distribuidora de Medicamentos), ou como também é chamada: Panvel.

A companhia contratou a corretora Bradesco para intermediar as aquisições, mas, normalmente, os programas de recompra ficam distribuídos em mais de uma corretora, para dificultar o trabalho investigativo do mercado em saber se é a empresa que está atuando nas compras ou não.

A Recompra de ações é uma operação comum no mercado atual, porém não acontecem em resposta da empresa quando os papéis estão em preços bem depreciados, pensando que o mercado terá sua recuperação e os ativos estão baratos.

No caso da Panvel, desde 2003 ela renovou sua máxima histórica ano após ano na Bolsa de Valores, com exceção de 2008 (ano da crise) e 2014.

Interessou? Conheça a Distribuidora de Medicamentos.

E não deixe de ler o artigo até o final, lá vamos falar mais sobre as Small Caps!

Sobre a Panvel

Ela é uma das principais varejistas e distribuidoras de produtos farmacêuticos do Brasil, somando 373 lojas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O foco é justamente o público gaúcho, sendo que 78% das filiais estão no Rio Grande do Sul.

A empresa tem aumentado sua atuação e inaugurou no primeiro trimestre do ano a sua primeira loja em São Paulo. (Vamos Falar mais sobre Isso Abaixo).

A Panel concentra 76% das suas vendas em produtos de higiene e beleza, como aqueles da própria marca (Panvel). Portanto, esse é um segmento que teve forte crescimento no ano, o que mostra os bons resultados da companhia.

O foco é o varejo, que tem uma porção de mais 80% do total da receita bruta.

E o ritmo forte de crescimento de vendas do varejo ao longo do tempo reflete a evolução nos números da empresa.

Para os próximos três meses, a Panvel prevê a continuidade do ritmo e, para tanto, prevê a abertura de 50 novas lojas por ano, sendo que só no primeiro trimestre foram 34 filiais. Logo haverá uma revisão de guindance.

“Mesmo prevendo um cenário positivo para o nosso principal negócio, entendemos que precisamos ser cautelosos, especialmente com nossas despesas, para enfrentar possíveis desdobramentos da crise econômica e política que permanece em nosso país”, disse a Dimed em seu resultado trimestral, divulgado em 15 de maio.

– Sobre a Crise Política: Bolsa de Valores dispara com a condenação do ex-presidente Lula. Leia abaixo!

“Mas reforçamos que continuamos acreditando que o mercado apresenta boas oportunidades de negócios: a população segue envelhecendo, a renda, mesmo que se reduza, permanecerá em um patamar historicamente alto e a formalização da concorrência segue melhorando o ambiente competitivo”.

Histórico das Ações da Dimed

Em 2016, as ações ordinárias da empresa subiram 132% enquanto que as preferenciais tiveram alta de 58%. Um dos motivos, entre tantos, é a reprecificação das ações para níveis próximos ao de outras empresas do setor, como apontado pelo investidor da Capital Partners.

Fundada em 1988 e com 2,4 bilhões de reais em ativos, a IP possui 34,26% e 10,11% dos papéis preferenciais e ordinários da Dimed, respectivamente.

https://youtu.be/gjEJY0M8Zas

Números e Expectativa para 2017

As vendas da loja apresentaram alta de 16% no primeiro trimestre do ano, o que totalizou um faturamento de 580 milhões de reais. Os destaques foram as compras virtuais, que tiveram aumento de 22,5%. A abertura das novas redes também contribuiu.

Reprodução: Google

Em comunicado, a Dimed informou que o desempenhou ficou acima do esperado no período, tota de 9,26%, conforme dados da Abrafarma. A Panvel destacou que os produtos com melhor desempenho cresceram 17,8% e passaram a responder por 38,5% do total comercializado.

“Apesar do cenário econômico desfavorável, mantivemos nossa estratégia de expansão e de investir nos multicanais para atender às necessidades dos nossos consumidores com qualidade e agilidade”, disse o presidente do grupo, Julio Mottin Neto.

A expectativa para os próximos trimestres é que a empresa continue crescendo em vendas, amparada pela expectativa da manutenção do ritmo e da projeção de abrir 50 novas lojas no ano.

Panvel chega a São Paulo

A rede gaúcha de farmácias chegou à São Paulo em outubro passado com uma loja de 370 m² e localizada no Shopping Morumbi Town, em um investimento que custou 1 milhão de reais.

O público paulista já representa o 2º maior mercado da loja online e a marca é fixada no Sul do País.

A unidade da capital paulista prioriza os produtos de higiene pessoal e beleza, um segmento crescente que já representava 35% do seu faturamento total na ocasião. A marca própria é responsável por 18% das vendas e tem uma linha de 500 itens, entre os quais estão maquiagens, protetores solares, produtos ortopédicos, entre outros.

Em São Paulo, uma das novidades é o espaço de conveniência com a venda de acessórios para celular e um mix de produtos infantis, como banheiras e ofurôs para bebês.

Conforme o diretor do Grupo Dimed, o modelo busca aumentar as vendas por impulso e facilitar o fluxo do cliente.

Em Recente Ranking, Panvel fica entre as 10 Maiores Farmácias do País

A Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) divulgou um ranking feito com os maiores grupos farmacêuticos do país com base no faturamento de 2016. A pesquisa foi feita com base em dados compilados pela Fundação Instituto de Administração (FIA-USP).

Confira a listagem das 10 primeiras colocadas:

  1. Raia Drogasil – SP
  2. Drogaria Pacheco São Paulo – SP
  3. Farmácias Pague Menos – CE
  4. Panvel – RS
  5. Drogaria Araújo – RJ
  6. BR Pharma – SP
  7. Extrafarma – PA
  8. Drogarias Nissei – PR
  9. Drogaria Venancio – RJ
  10. D1000 Varejo Farma – RJ

O 4º lugar é uma posição a mais do que a Panvel havia conseguido no ano anterior.

A História de Julio Mottin Neto

Parte da história de Julio Mottin Neto foi contada pelo Jornal Zero Hora, ainda em 2015. O assunto pode ser considerado antigo, já que é de 2 anos atrás, no entanto, a história que passou já não muda mais.

Portanto, achamos conveniente contar também um pouco da história desse homem que tem levado essa rede de farmácias adianta. Sobre a entrevista que ele cedeu ao jornal, selecionamos alguns trechos que devem ser observados. Acompanhe.

– Eu nasci com o umbigo atrás do balcão.

– Somos uma empresa boa de crise.

– Há muita ineficiência, seja no governo estadual, seja no federal. O governo tem de olhar para a linha de cima (aumentar a receita) incentivando as empresas, o pequeno, o médio e o grande empresário. E para desamarrar esse segmento, é preciso simplificar leis tributárias e trabalhistas. É preciso acabar com esse preconceito sobre o Lucro.

– Não é porque o país está em crise que vai ficar em crise para sempre. Nunca foi assim, porque seria agora?

A gente foca na liderança. Em toda empresa de varejo, os postos de entrada têm turnover (taxa de substituição) muito elevado. As vezes recebo relatos de atendimento que não foi legal em alguma loja e vou a fundo. Faço porque é uma oportunidade única para mim, como líder da organização.

– O e-commerce está preparado, mas ainda melhor onde temos lojas físicas porque consigo ter agilidade de entrega eficiente. A gente não tem uma ameaça de novas grandes empresas que montam operação em paraíso fiscal e saem vendendo pelo Brasil porque o preço é baixo.

– Eu comecei em 1995 na área de marketing, como supervisor, aos 22 anos. Tive experiência em agência de propaganda antes. Sou economista, consigo ter uma visão mais ampla, crítica, sobre questões tributárias, governo, ciclos econômicos.

– Nenhuma empresa se desenvolve sem desenvolver pessoas.

Reprodução: Google

– Depois de formado, fiz três cursos em Harvard, já li muito. Então consegui trazer a pressão de maneira positiva. Em vez de encarar de forma que me fizesse ficar com medo e não evoluir, procurei usar para crescer. Em qualquer empresa familiar, o risco de perder o emprego é menor para um integrante do que para um executivo contratado.

– É difícil para a grande empresa manter qualidade, mas também não pode ser pequena demais e não ter escala. Consolidação é uma arte. Temos de nos tornar grandes, mas não podemos perder a alma de empresa pequena.

– O surfe nos ajuda a passar as ondas do mercado. Exige paciência porque não é um esporte em que a gente vai para uma quadra e ela está prontinha, sempre igual. Cada dia é diferente, a onde está de um jeito diferente. Quando entra, precisa saber a estratégia dentro da onda. E tem um momento em que a onde vai fechar, então precisa saber o que fazer quando isso acontecer.

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Em relatório, o Santander se disse impressionado com os esforços da empresa para aumentar a rentabilidade e, por isso, continuam recomendando a compra para os papéis da Drogasil.

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Já o Fundo Versa tem apostado em empresas altamente endividadas e avalia as ações da Raia Drogasil como sobrevalorizadas e, por isso, ela considera fazer uma operação a descoberto, com a aposta na desvalorização dos papéis.

Credit Suisse falou muito mais sobre o assunto. E destacou principalmente o momento positivo da companhia que segue investindo em novas iniciativas para aumentar ainda mais a posição competitiva.

Além disso, a instituição elaborou um relatório na qual atribui recomendação de outperform (performance acima da média do mercado) para os papéis da Raia Drogasil (RADL3), com a estimativa de um preço-alvo de 80 reais para a ação, o que totaliza um potencial de valorização de 24,42% em relação ao fechamento de 25 de novembro desse ano.

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A percepção é a de que a companhia continua a capitalizar no cenário de crescimento da indústria, pronta para aumentar a participação no mercado, que no momento está em 12%, e aumentar o crescimento de receita e expandir margens, disse a Credit.

Raia Drogasil na Bolsa de Valores

Os papéis da farmacêutica subiram mais de 80% nesse ano, mesmo após já acumular alta expressiva em 2015.

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Como dito no início do texto, não há novidades quanto aos objetivos da companhia, mas os 4 principais seguem os mesmos. Relembre:

  • Aumentar o crescimento orgânico, com a abertura de 200 lojas por ano em 2016 e 2017;
  • Introduzir novos formatos;
  • Aumentar a oferta de produtos de saúde de beleza; e
  • Explorar a base de consumidores.

Raia Drogasil em números

No terceiro trimestre do ano, a companhia divulgou uma receita bruta de 3,1 bilhões de reais, um crescimento de 25,2% em relação à 2015. O principal destaque foi o crescimento da 4Bio, uma subsidiária adquirida em 2015 que comercializa medicamentos especiais, e cresceu 91,1% no período.

A Raia teve um Market Share nacional de 11,8%, um aumento de 1,8%, aumentando a participação em todas as regiões de atuação.

Market Share: A expressão tem como tradução participação no mercado e designa a fatia de mercado detida por uma organização.

A companhia encerrou o trimestre com 1.370 lojas, sendo 53 incrementadas no último período. Se em consideração os 12 últimos meses, foram abertas 212 unidades, um recorde para o varejo farmacêutica.

“Obtivemos um resultado excepcional no terceiro trimestre de 2016. Mantivemos um alto desempenho de vendas, ganhamos participação de mercado em todas as regiões onde atuamos e obtivemos uma excelente margem”, afirma Marcilio Pousada, presidente da companhia.

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O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado da companhia no terceiro trimestre foi de 254 milhões de reais, com margem de 8,3%, um crescimento de 0,8 ponto percentual. O lucro líquido consolidado ajustado totalizou 127,6 milhões de reais, um incremento de 33,1% em comparação com o mesmo período de 2015.

“A combinação de um setor defensivo com um balanço forte, aliados a um padrão único de operação e a um crescimento orgânico que combinava velocidade e qualidade de forma sem igual no nosso mercado, vem permitindo à Raia Drogasil conciliar o forte crescimento com uma excelente margem e baixo endividamento em um ambiente econômico desafiador”, disse Eugênio de Zagottis, do planejamento da companhia.

Sobre a Crise Política e a Condenação de Lula

O Mercado Financeiro recebeu com otimismo a noticia da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A pena de 9 anos e 6 meses de prisão fará com que Lula não possa concorrer às eleições de 2018. Mais do que isso, o mercado ficou em alta.

Para Raphael Figueredo, da Clear Corretora, a bolsa ganhou um impulso, porém, algumas ações foram mais beneficiadas do que outras. Para ele, o melhor é acompanha o índice BOVA11.

“O BOVA11 acaba reunindo esse movimento da bolsa como um todo. É um dos melhores ativos para ficar carregado até o fim do ano e até 2018 devido ao momento difícil pelo qual o país passa”.

Outro analista da Clear é Fernando Góes, que diz que o momento positivo deriva também da reação favorável após a aprovação da reforma trabalhista pelo Senado.

“A notícia veio a calhar com a reforma, que já deixava o ambiente mais otimista. Se o movimento da bolsa estivesse pessimista, esse impulso seria mais de curto prazo. Ainda assim, não é momento para comprar papéis como Petrobras e Banco do Brasil”.

Para ele, as ações da Vale e Gerdau são boas opções. “Esses papéis não têm ligação com o governo e vêm performando melhor com a China”.

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Tudo que Você Precisa Saber sobre as Small Caps

O que são Small Caps?

São ações de empresas de baixa capitalização, ou, de maneira informal, também chamadas de ações de segunda ou terceira linha. Mas, não vá pensando que são empresas que devem ser deixadas de lado.

As Small Caps podem ser ações que não possuem a mesma liquidez das grandes empresas da Bolsa de Valores. Tudo é uma questão de comparação.

Para que não fique dúvidas, vamos recorrer à senhora do mercado de ações, a Bovespa, que diz o seguinte:

  • Blue Chips (Empresas de 1ª linha): São ações de grande liquidez (negócios) e procura no mercado por parte dos investidores. Em geral, são empresas tradicionais, de grande porte e excelente reputação.
  • De 2ª Linha: São ações pouco menos líquidas, mas que tem boa qualidade. Em geral, são empresas de grande e médio porte.
  • De 3ª Linha: São ações com pouca liquidez e, em geral, são empresas de médio e pequenos portes. Porém, isso não significa que tenham menor qualidade.

Resumidamente, as Small Caps são empresas que tem menor volume de negociação na Bolsa de Valores, portanto, há menor liquidez e maiores riscos (tanto de ganho quanto de perda). Além disso, elas costumam ter gráficos difíceis de serem analisados.

O que deve ser observado na hora de apostar em Small Caps?

O primeiro passo é notar a liquidez da empresa. Se os volumes de negociação estão muito baixos ou se a empresa é muito nova, por exemplo. Se isso acontecer, vai existir um riscode você comprar e depois não conseguir vender. E, isso pode ser acentuada pela dificuldade de análise mercadológica, já que, na maior parte das vezes, as ações são novas na Bolsa de Valores, o que não torna possível estabelecer dados confiáveis.

Outra questão que precisa de atenção é a precificação das ações, que, como regra, deve estar compatível com as operações da marca. Se não, ela pode oscilar fortemente, de maneira negativa. Por fim, note sempre se o capital está sendo bem investido ou se há questões sobre falência e recuperação judicial, isso pode ser muito importante na sua tomada de decisão.

Índice SMLL

índice SMLL é sempre destaque da bolsa de valores. Bom, como todos sabem, a BM&FBovespa tem o Ibovespa como principal índice, que lista as empresas mais negociadas. Já o Índice Small Caps é uma carteira de ações composto pelas empresas de menor capitalização. Ele é muito usado, pelos investidores, como indicador de desempenho médio das ações.

Atualmente, o Índice Small Cap da BM&FBovespa é formado por 60 companhias e, entre elas, podemos destacar a Bradespar, que tem participação de 3,7%, a Fleury com 4,8%, a Qualicorp com 3,1%, a Sanepar com 3,5% e a Sulamerica com 3,4%.

Qual o Valor de Mercado das Small Caps

As categorias mudam com o tempo, assim como os índices. Para se ter uma ideia, no anos 80 uma ação Big Cap tinha um limite de US$ 1 bilhão, hoje, o esse tamanho representa apenas uma Small Cap. Mas, como estamos falando de 2017, fizemos uma pequena lista com os valores de mercado, seguindo a divisão por ordem:

  • Mega Cap – US$ 200 bilhões ou mais
  • Big Cap – US$ 10 bilhões ou mais
  • Mid Cap – US$ US$ 2 bilhões à US$ 10 bilhões
  • Small Cap – US$ 300 milhões à US$ 2 bilhões
  • Cap Micro – US$ 50 milhões à US$ 300 milhões
  • Cap Nano – Abaixo de US$ 50 milhões

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Com informações do Infomoney